


Algumas obras desta fotógrafa muito louca da década de 50 e 60. A lendária Diane Arbus, cujo filme “Fur – An imaginay portrait of Diane Arbus”, traduzido como “A Pele”com Nicole Kidman no papel de Diane, conta um pouco do que viria a ser sua história.
“Fur” foi inspirado no livro “Diane Arbus: A biography”, de Patricia Bosworth. A vida de Diane, de fato, tem cara de roteiro de cinema. Nascida em 1923 como Diane Nemerov, filha de ricos judeus, ela se apaixonou pelo futuro ator Allan Arbus (no filme, vivido por Ty Burrell) quando tinha apenas 14 anos e se casou com ele assim que completou 18.
Diane aprendeu a fotografar com o marido, de quem se separou em 1959. Ela passou, então, a trabalhar como fotojornalista e teve fotos suas publicadas na grande imprensa norte-americana. Seu trabalho ficou conhecido por mostrar anões, travestis e prostitutas, além de pessoas em poses e situações não-convencionais, o que podemos classificar como “esquisitas”.
Em 1971, aos 48 anos, Diane se suicidou ingerindo grande quantidade de barbitúricos e cortando os pulsos. Rumores dão conta de que ela teria fotografado a própria morte, mas a polícia nunca encontrou as tais fotos (ou não).
Ótima!


a terry richardson da época.
ou melhor, o terry é a diane hoje em dia (claro, com mais esquisitice, “não-convencionalismo”, muito mais abusado e tatuado).
se der uma olhada nessa foto aí das duas moças de biquini e ver o livro rio cidade maravilhosa dele, dá pra notar que ele busca referencias no trabalho dela meeesmo ahahaha.
Amo ela. Tb sou fotógrafa e acredito que a fotografia é um meio de mostrar ao mundo “olha, vejo tudo assim:”. Meu trabalho nem se compara ao dela, mas quero ter, um dia, a força de expressão que ela teve.
Maravilhosa.
Abraços!